quinta-feira, 19 de maio de 2011



JOER - Championship

Wilsom camargo against sta lucia Fillipini a game that left the students but we won aflitoss Congratulations boys do JOER!

quinta-feira, 12 de maio de 2011

                                        Happy
               Mother's   Day
You are the best mother, I love you
Admirable
Lawful
Affectionate
Important
Dedicated
Elegant!
Dedicated and elegant
Affectionate in everything
Laweful on labourer
Vain
Admire you I love you!!!

sexta-feira, 6 de maio de 2011



Alguns casos de bullying que terminaram em tragédia:
Colorado (EUA), 1999
Os estudantes da Columbine High School, Eric Harris, 18 anos, e Dylan Klebold, 17, mataram 12 colegas e um professor e cometeram suicídio em seguida. A história motivou o documentário ‘Tiros em Columbine’, de Michael Moore, que ganhou o Oscar em 2003.

São Paulo, 2003
Edmar Aparecido Freitas, 18 anos, era motivo de zombaria dos colegas de classe desde os sete anos de idade. Em 2003, ele foi ao colégio em que estudou armado com um revólver, atingiu nove pessoas e depois se matou.

Virgínia (EUA), 2007
O estudante coreano Cho Seung-hui, 23 anos, invadiu a universidade de Virgínia Tech, nos Estados Unidos, matou 30 pessoas e se suicidou.



Exemplos de brigas nas escolas (Bullying)
Insultos, apelidos pejorativos e brigas entre crianças e adolescentes podem ser exemplos desse tipo de violência (Bullying).


Crianças e adolescentes têm sofrido e praticado, nas escolas, um tipo de violência que assusta pais e professores: o bullying.

O termo inglês (sem tradução para português) é usado para identificar agressões físicas e psicológicas que provocam nas vítimas um sentimento de humilhação. Entre as agressões verbais, são comuns os comentários negativos sobre a aparência, a família ou o lugar em que a vítima mora.
Mas nem toda forma de ‘ataque’ pode ser considerado bullying, alerta a psicopedagoga Núbia Torres, que desenvolve um programa de prevenção a esse tipo de violência em uma escola particular do Recife.


“Brigas cotidianas, apelidos e arengas são próprios da infância e não caracterizam bullying, necessariamente, porque são ‘brincadeiras’ feitas com qualquer pessoa. O bullying começa quando a agressão acontece com freqüência e é destinada a um alvo específico”, diz a especialista.
De acordo com a psicopedagoga, apesar de ser comum na escola e durante a juventude, esse tipo de violência pode acontecer também entre adultos e em outros ambientes. “Um autor de bullying durante a infância [agressor], se não for cuidado, pode se tornar um adulto que tem essa prática em outros espaços da sociedade, como a universidade e o trabalho”, afirma.

Para que a criança ou o adolescente não agrida outras pessoas, a psicopedagoga Núbia Torres ressalta a importância de um trabalho coletivo. “É necessário observar o autor da agressão e, se for o caso, encaminhar a um tratamento clínico. Mas o trabalho não deve ser só do profissional, mas em conjunto entre o terapeuta, a família e a escola”.

Esse cuidado se estende igualmente às vítimas de bullying. Elas podem desenvolver problemas psicológicos que, em casos extremos, são irreversíveis. Por isso, a família deve estar alerta.

“Os pais devem ficar atentos para observar mudanças comportamentais nos seus filhos. A vítima de bullying, geralmente, apresenta retraimento, tristeza e dificuldade em ir ao local em que sofre a agressão – que, normalmente, é a escola. Ao primeiro sinal provável de bullying, a família deve procurar a escola para que sejam tomadas providências. Não se deve esperar que a agressão aconteça novamente”.

O que fazer para evitar esse tipo de violência

Pais e família

Mantenham um diálogo aberto e constante com os filhos. Assim, eles se sentirão à vontade para contar que foram agredidos.
Estejam atentos a possíveis mudanças comportamentais da criança / adolescente, como retraimento, tristeza ou agressividade.
Observem se seu filho tem resistência para ir à escola. Isso pode acontecer porque ele está sofrendo bullying nesse local.
Se suspeitarem que seus filhos sofram bullying na escola, procurem a unidade de ensino, mas sem alarde, para não inibir a criança ou o adolescente.
Se for necessário, ofereçam à criança ou ao adolescente algum tipo de tratamento psicológico.

Vítima

Fale das agressões a algum adulto em que você confia (pais, avós, professores, vizinhos). Lembre-se que você não está sozinho.
Ignore quem xinga você. Quem fala mal gosta de ver que você fica nervoso e chateado com isso. Se você não se irrita, os agressores ficam entediados e param.Ande acompanhado com um ou mais amigos nos locais em que os agressores normalmente estão. Procure também ficar próximo a algum adulto, como um professor ou algum funcionário da escola. Envolva a maior quantidade possível de pessoas na discussão sobre agressões, desde amigos, colegas de classe até professores e o diretor da escola.
Não xingue nem agrida fisicamente o autor do bullying. Isso só piora a situação.



Bullying no quartel
Em 2000 o Ministério da Defesa (MOD) do Reino unido definiu o bullying como : “... o uso de força física ou abuso de autoridade para intimidar ou vitimar outros, ou ainda para castigar”. Todavia é afirmado que o bullying militar é habitualmente utilizado em investigações para obter informações. Alguns argumentam que tal comportamento deveria ser permitido por causa de um consenso acadêmico generalizado de que os soldados são diferentes dos outros postos. Dos soldados se espera que estejam preparados para arriscarem suas vidas.
Em alguns países, rituais humilhantes entre os recrutas têm sido tolerados e mesmo exaltados como um "ritual de passagem" que constrói o caráter e a resistência; enquanto em outros, o bullying sistemático dos postos inferiores, jovens ou recrutas mais fracos pode na verdade ser encorajado pela política militar, seja tacitamente ou abertamente. Também as forças armadas russas geralmente fazem com que candidatos mais velhos ou mais experientes abusem - com socos e pontapés - dos soldados mais fracos e menos experientes.


Características da vítima do Bullying
São pessoa com classe diferenciada, inteligência acima dos outros, estilo de roupa, modo de andar, penteado ou até mesmo o modo de falar; Se eles te veem e te acham diferente já vão logo procurar um defeito para te pertubar até você pedir para sair do colégio. Fazem com que as vítimas se sintam rejeitadas e excluídas da sociedade, isso ocorre quando a vítima é piscicologicamente frágil pois se a vítima for forte, ela ignora e acaba passando despercebido.

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